O que as famílias dizem sobre o serviço.
Relatos de quem contratou os arranjos da Tapera para organizar apoio doméstico em casa.
← Voltar ao InícioO que as famílias contam
Contratamos o Arranjo I para minha mãe depois que meu irmão se mudou para São Paulo. A parte que mais valorizamos é a nota que chega após cada visita — saber o que foi comprado, o que ela comeu, como estava o humor dela naquele dia. Isso faz diferença quando a gente não está perto.
Usamos o Arranjo II algumas vezes quando viajávamos. O que funcionou bem foi o assistente seguir exatamente a rotina que descrevemos — o horário do café, o canal de televisão no almoço, a volta da caminhada. Meu pai não precisa de mudanças, precisa de consistência.
O Arranjo III tirou um peso muito grande dos meus ombros. Eu ficava preocupada toda vez que a assistente anterior faltava sem avisar. Agora eu tenho um número para ligar e sei que alguém vai aparecer. Os relatórios mensais são objetivos e fáceis de ler — sem exageros, só o que aconteceu.
Minha avó adora cozinhar e ficou um tempo sem conseguir ir à feira sozinha. O assistente foi com ela, ela escolheu o que quis, cozinharam juntos. Ela me disse que foi a melhor terça-feira em meses. Detalhe: o preço é claro, o recibo das compras chegou junto com a nota da visita.
A primeira assistente não funcionou muito bem com meu pai — era uma questão de ritmo, nada grave. A Tapera trocou sem cobrar a mais e sem complicações. A segunda funciona bem há quatro meses. Isso era exatamente o que precisávamos: flexibilidade sem burocracia.
Moro em Porto Alegre e minha mãe mora em Florianópolis. Por muito tempo isso foi fonte de preocupação constante. Com o Arranjo III, tenho um relatório todo mês e sei que posso ligar para a coordenadora se precisar de informação extra. Duermo melhor desde que contratei.
Duas histórias em detalhes
A família que morava longe e não sabia por onde começar
Dois filhos morando fora de Florianópolis, pai de 81 anos morando sozinho no Centro. A família havia tentado contratar uma assistente por conta própria duas vezes. Nas duas ocasiões, o processo de seleção foi difícil e a pessoa não ficou por mais de três meses.
Conversa inicial com a família por vídeo para entender a rotina do pai. Seleção de assistente com perfil compatível. Apresentação em visita presencial. Início do Arranjo III com escala de segunda a sexta, mais cobertura nos sábados quinzenais.
Mesmo assistente desde o início. A família tem relatório mensal e acesso à coordenadora por mensagem. O pai diz que a rotina "voltou ao normal". Os filhos viajam para Florianópolis com menos frequência mas com mais tranquilidade.
"Antes eu ficava pensando no meu pai o dia inteiro. Agora penso nele quando recebo o relatório — e fico tranquila."
— filha, morando em Curitiba
A senhora que queria continuar cozinhando, mas precisava de ajuda nas compras
Dona Sônia, 78 anos, mora na Agronômica. Sempre cozinhou para a família e não quer parar. Mas as idas ao mercado estavam se tornando difíceis — cansativa e com risco de tropico na calçada. A filha queria ajuda sem tirar a autonomia da mãe.
Arranjo I com duas visitas semanais. Nas terças, a assistente vai ao mercado junto com Dona Sônia — ela escolhe o que quer. Nas quintas, cozinham juntas usando as receitas dela e separam as marmitas para os dias sem visita.
Dona Sônia mantém a rotina de culinária que sempre teve. A assistente virou companhia regular. A filha recebe nota após cada visita e sabe o cardápio da semana. Nenhuma das duas quer mudar nada.
"Minha mãe me liga às quintas para me contar o que preparou. Ela nunca fez isso antes."
— filha, morando em Florianópolis
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Florianópolis, SC — CEP 88025-160
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